
Agentes de IA como o Muse da Meta, o dots da OpenAI e o Instinct colocam o poder dos assistentes pessoais nas mãos dos consumidores. À medida que ganham ampla adoção, sites e serviços vão perguntar qual agente está fazendo a solicitação e se uma pessoa real originou a ação. O World ID permite que um agente responda à segunda pergunta enquanto as informações pessoais da pessoa permanecem privadas.
O que é o Muse?
Agentes pessoais de IA que atuam em nome dos indivíduos estão se tornando mainstream. No mês passado, a Meta lançou o Muse, um agente que executa tarefas como enviar e-mails, reservar viagens, preencher formulários e fazer compras.

O que são os dots?
Três semanas após a chegada do Muse, a OpenAI lançou os dots: agentes de IA sempre ativos que operam em segundo plano em computadores na nuvem. Eles podem se conectar a mais de 4.000 apps. A empresa prevê equipes de dots trabalhando juntas em seu nome.

O que é o Instinct?
O Instinct é um assistente pessoal somente por convite que está ganhando rápida adoção. O serviço não requer um aplicativo, sendo, em vez disso, ativado por mensagens de texto enviadas do seu telefone ou computador.
Por que a Prova de Humanidade é importante para o Muse, dots e Instinct
A Prova de Humanidade é uma maneira de alguém verificar que é uma pessoa real e única sem revelar quem é. Um indivíduo pode estender sua Prova de Humanidade aos seus agentes pessoais ao completar tarefas em sites e apps projetados para humanos. Esse novo paradigma já gerou atritos. Pouco depois do lançamento, a Amazon bloqueou o Muse de fazer compras em seu site, observando, entre outras objeções, que o agente não informou ser um agente de IA durante a navegação, como exigem as regras da Amazon.
À medida que os agentes se tornam mais presentes, sites e serviços precisarão saber com o que estão lidando. Isso exige atribuição. Primeiro, os agentes precisam indicar de onde vêm e, idealmente, quem os criou. O próximo passo é estabelecer se uma pessoa real está por trás do agente, e é aí que entra a Prova de Humanidade.
A Prova de Humanidade é fundamental por um motivo simples: o número de pessoas no planeta é finito, cerca de oito bilhões, enquanto o número de agentes de IA é ilimitado. Contar as pessoas por trás desses agentes é relevante para limitar taxas (a quantidade de consultas que um agente pode realizar em nome de uma pessoa), vendas (a quantidade de pessoas interessadas em um produto) e alocações (quantos produtos cada pessoa pode comprar).
Como o World ID funciona
O World ID permite que a pessoa apresente para terceiros uma variedade de provas sobre si mesma, incluindo a Prova de Humanidade. O indivíduo também pode delegar suas provas aos seus agentes, resultando em agentes de IA verificados com respaldo humano.
A Prova de Humanidade é armazenada no app World ID e utiliza provas de conhecimento zero para manter a privacidade. Quando uma prova é delegada a um agente, sites e serviços podem então verificar que o agente está agindo em nome de uma pessoa e definir limites de acordo. Agentes verificados ajudam a aumentar a confiança e a segurança nas interações diárias.
Agentes verificados são:
- Privados: Nenhuma informação pessoal é compartilhada quando uma pessoa ou seu agente apresenta uma prova.
- Únicos: A prova pertence a uma pessoa, e cada pessoa é contada uma única vez. Alguém pode controlar milhares de agentes e, ainda assim, ser contabilizado como um humano.
- Neutros: O World ID é construído sobre um protocolo aberto, por isso pode funcionar com agentes criados por qualquer parte, para qualquer humano verificado, em qualquer plataforma.
Agentes verificados no mundo real
A World está desenvolvendo casos de uso que mostram por que a Prova de Humanidade é importante. Um deles envolve lançamentos limitados de produtos, em que cada compra deve vir de um agente representando uma pessoa única: um humano, um agente, uma alocação. Outro é o humano no circuito, em que uma pessoa precisa aprovar uma ação antes de o agente completá-la. Se seu agente de IA quiser fazer uma compra de valor significativo ou celebrar um contrato, você pode verificar que aprovou isso.
Criando com o World ID para Agentes
As organizações estão colocando essas ferramentas em prática. A Okta tem um beta de acesso antecipado do Human Principal, um serviço que pode usar o World ID para verificar se há um humano real por trás de um agente de IA. A Vercel está integrando o humano no circuito da World no seu Workflow SDK, permitindo que desenvolvedores adicionem uma checagem de World ID para confirmar que um humano aprovou uma etapa em um fluxo de trabalho. A Exa forneceu 100 solicitações de API gratuitas por mês para humanos verificados, compartilhadas entre todos os agentes respaldados. O Browserbase planeja usar o World ID para que agentes verificados por humanos possam navegar por sites com menos bloqueios. Esses casos de uso foram demonstrados no Lift Off.
O que vem a seguir
À medida que os agentes proliferam e a superinteligência avança, mais sites e serviços vão fazer a mesma pergunta: há uma pessoa real por trás desta solicitação? Agentes que não puderem responder provavelmente serão bloqueados, o que gera atrito e frustração para quem os enviou. A Prova de Humanidade fornece essa resposta, e o AgentKit da World, atualmente em beta, oferece ferramentas para incorporar essa resposta nos agentes.
Visite o world.org/world-id para saber mais sobre o World ID ou docs.world.org para começar a criar com a World.
Junte-se à rede de humanos reais.
Baixe o app World IDArtigos relacionados

Announcements ·
Product ·
peaqOS brings World ID to physical AI and the machine economy

Announcements ·
Putting human fans first in the ticket queue: a global look at the ticketing bot challenge

Announcements ·
World: Ano 3, Fase 3

Announcements ·